fbpx Faturação eletrónica na saúde: o primeiro passo na modernização do setor
faturação eletrónica na saúde

Sustentabilidade, eficiência e rigor são as palavras de ordem na modernização de um setor exigente e ambicioso como o da saúde. Vivemos num paradigma empresarial em constante mudança, impulsionada pela rapidez vertiginosa da inovação tecnológica. E num setor de extrema importância e com um crescimento e dinamismo significativos, é fundamental – e urgente – a aposta na modernização. Mas a faturação eletrónica na saúde não se limita apenas a responder às exigências da era digital: inicia também um desafio complexo que responde aos requisitos da legislação portuguesa.

O papel da faturação eletrónica na saúde

Reduzir erros, agilizar processos e eliminar o arquivo físico. Não existem barreiras num modelo de faturação que acompanha a evolução das exigências da sociedade. Através do processo de desmaterialização, o setor da saúde pode alcançar novos e melhores níveis de otimização operacional.

Neste cenário, a adoção da faturação eletrónica na saúde representa, certamente, um desafio no que respeita à implementação de novos métodos de organização. Não só por potenciar o aumento de eficiência, mas por acompanhar o cumprimento das diretivas europeias, a faturação eletrónica na saúde veio mudar o paradigma do que outrora era apenas burocracia em papel.

Hoje, é um recurso valioso, que assenta no envio digital de faturas com valor legal semelhante à tradicional fatura em papel. Por essa razão, é necessária a utilização de programas certificados no envio de faturas, tendo em conta que existe a obrigatoriedade de comunicação ao Fisco. Mas essa não é única vantagem da faturação eletrónica na saúde:

1. Simplificação de processos

A faturação eletrónica na saúde representa uma solução lógica e vantajosa que responde às exigências do setor, ultrapassando um conjunto de limitações impostas pelas faturas em papel e impulsionando uma otimização automática dos recursos, uma vez que desmaterializa todos os processos.

Além disso, existe uma efetiva redução do tempo de espera – outrora exigido pelo processo de faturação. Esta agilização do processo promove um maior relacionamento, não só entre os clientes, como com a rede de fornecedores que opera no mercado.

2. Comunicação mais ágil

Ao considerar grandes setores, como o da saúde, é possível ter, facilmente, uma pequena noção da complexidade da comunicação entre todas as partes envolvidas – parceiros, clientes e fornecedores.

A faturação eletrónica agiliza, automaticamente, o processo de comunicação, não apenas no que respeita ao próprio processo de faturação – que apresenta uma dimensão significativa –, mas também simplifica o processo de envio e receção de todos os documentos.

3. Redução dos prazos de pagamento

Não apenas na gestão diária das unidades hospitalares, mas no negócio entre fornecedores, o processo de faturação tem um impacto direto em todas as situações. Hoje, o prazo de pagamento de um fornecedor de serviços de saúde é mais extenso do que outros setores económicos. Segundo o European Payment Industry 2018, um relatório que analisa o prazo de pagamento nos diversos países europeus, indica que Portugal é o país com prazos de pagamento do Governo aos seus fornecedores mais alargados.

Este atraso condiciona a rentabilidade de qualquer negócio. O processo de faturação obriga o serviço de saúde a ter pessoas dedicadas ao processamento de faturas. E esta predisposição ao erro humano traduz-se, ainda, em problemas na correta gestão de stock e no processamento atempado das faturas. Agora, com a implementação da faturação eletrónica na saúde, verifica-se uma aceleração nos processos logísticos com a desmaterialização e redução da carga administrativa das organizações.

Outras vantagens da faturação eletrónica na saúde

Este paradigma de inovação e modernização não representa apenas transparência e agilidade nos processos administrativos e relações comerciais, apresenta-se também como uma grande vantagem competitiva, devido à sua essência de simplificação de processos.

– Redução nos gastos em papel, tinta de impressora e outros custos de envio;
– Diminuição do espaço físico necessário para armazenamento de documentos;
– Facilidade de rastreabilidade e capacidade de resposta;
– Aumento de eficiência e rapidez no processo de faturação, eliminando de tarefas manuais complexas, morosas e sujeitas a erro de processamento;
– Aumento da segurança e confidencialidade da informação, uma vez que a fatura está protegida por mecanismos de segurança e privacidade que cumprem os requisitos legais;
– Possibilidade de aceder à documentação a partir de qualquer lugar e hora, com recurso a tecnologia cloud;
– Melhoria da sustentabilidade com a redução de emissões de CO2 resultantes das impressões em papel.

Faturação eletrónica na saúde: maior segurança e agilidade

O setor da saúde caminha, há anos, na direção da simplificação de processos através da tecnologia. Face à necessidade de uma transmissão de documentos ágil, rápida e segura, este setor, caracterizado pela sua heterogeneidade, está, cada vez mais, a simplificar os procedimentos, assegurar a confidencialidade dos pacientes e a reduzir erros com a aposta em serviços EDI.

No fundo, este modelo de faturação já implementado e enraizado melhora eficazmente a economia e a gestão de recursos relacionados com todos os processos de envio e receção de faturas. Na saúde, afirma-se como um modelo fiável e seguro, respeitando todas as regras e requisitos impostos pela legislação, sem dar margem ao erro. Além de promover uma ligação bidirecional entre diferentes entidades e sistemas, a faturação eletrónica na saúde é uma forte aposta no futuro, no qual a tendência assenta na simplificação dos processos morosos e complexos, sujeitos a falhas e tempos de espera alargados.

Veja como a Perrigo Portugal otimizou a gestão administrativa

Este case study mostra como a Perrigo Portugal conseguiu, através da solução de faturação eletrónica da YET, aumentar a eficiência e a produtividade, otimizando a gestão administrativa e logística da empresa, através da desmaterialização e aposta em transações eletrónicas de documentos.

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